Rasgo de raiva, canto imaginário de ave solitária, metáfora do ser...Parar! ficar...não esquecer; metalinguagem da existência, perda de tudo, cláustro da essência! Frio em crer no fundo da cerca. Preço a pagar em querer conquistar o sumo poder. Não, não queres subir, assume e derrota, esconde-te de ti, magno idiota.
Jura, terás tua Glória, mas jura que tentas subir o caminho, abraçar com carinho os versos rebeldes de poetas sem cor. Entra no pleonasmo da fúria e faz do quente do fogo o signo maldito, rosto de condenado, encarcerado sem poder ser julgado: e que a tua fúria seja a hipérbole da humanidade demente, decadente...doente.
Há palavras que são ditas assim... e bem ditas. Deixa-me ser mauzinho e continua assim. A escrever assim, claro. Quanto ao demais existir que a raiva permita ao menos curar(-te)
Afixado por: Anjoélico em janeiro 24, 2004 08:26 PMMuito bom, muito bom.
Um abração do
Zecatelhado