Cheguei à conclusão de que nada sabemos realmente; pensamos que sabemos, o que é diferente! E no meio disto tudo...quanta presunção! O verdadeiro sentido das coisas ignoramo-lo; tudo são incógnitas, dúvidas, mesmo (espantai-vos) no célebre e objectivo raciocínio matemático! a verdadeira e suprema sabedoria é saber tratar a Morte por"Tu". Levá-la pela mão a tomar café, levá-la connosco quando vamos escolher um vestido novo, ou quando vamos à piscina, ou quando nos sentamos à secretária para começarmos a trabalhar! ... Olhá-la nos olhos e dizer:"senta-te aqui"! Isso é Saber, é Conhecer. Tudo o resto... são balelas...
Publicado por whiteball em março 3, 2004 11:02 AMFilosofia?
:-)
Não, nada de filosofia! Português...heheheh
Afixado por: whiteball em março 3, 2004 05:33 PMQuem ainda não percebeu que a morte faz parte de um ciclo, que já fomos pó e voltaremos a sê-lo, nunca sentirá serenidade...
Afixado por: almaro em março 3, 2004 10:27 PMEu não quero ser só pó... Quero ser uma boa recordação para alguém!
Beijos WB!
Afixado por: Tatuagem em março 4, 2004 10:36 AMOra bem... a realidade é cognoscível (os místicos que não me lixem) e tudo o que pode ser perguntado pode ser respondido. Como saber se sabemos o verdadeiro sentido das coisas? Vou para casa ler Wittgenstein que isto esta a ficar confuso.
hehehe...tenho esse efeito na maioria das pessoas: confundo-as, baralho-as e aquilo que elas tinham como certo, como intocável, sagrado quase,...deixa de o ser!
Sim, o ser humano, a sua existência não o é senão numa realidade antimetafísica, ou seja, simplesmente NÃO É, caro Delírios...
Sabes eu até que concordo com a tua opinião, pelo acerca do conhecer. Mas a tua opinião acerca da morte é demasiado subjectiva. A minha opinião, que como é minha também o é, é que a morte é uma certeza que não nos tem que acompanhar, mas que está lá, a morte é aquilo que faz de nós aquilo que somos, limitados em todos os campos físicos e extra - físicos, a morte tanto pode ser mais uma limitação do ser como pelo contrário a chave para nos libertar desta existência tão "pequena". A realidade é que como nada sei, e nada poderei saber enquanto estiver preso a esta minha existência, a minha opinião sobre a morte não será mais do que uma gota de água no oceano, que nem de exemplo serve. Acerca da subjectividade da tua opinião, eu só estou a referir o que tu mesmo disseste no primeiro ponto. Se o resto é balelas, se calhar até não é.
Afixado por: Rapax Ignis em março 4, 2004 05:29 PM