Cada vez confiamos menos no nosso semelhente: Porquê? por ele ser, precisamente, semelhante a nós? Então não somos de confiança; quantas vezes nós somos traidores de nós próprios? Ao abdicar de um ideal, de um sonho...estamos, ou não, a praticar um acto de traição? Em quem confiar então? Só me ocorre uma resposta, aceite por uns, negada por outros: confiar en Deus! Apenas! Ele é fiel; nós é que não damos real valor ao que temos: o ar que respiramos, o podermos comer por nossa própria mão, podermos desfolhar um livro, conseguir lê-lo, podermos ouvir conversas, melodias...
Cada pequeno gesto que fazemos é uma bênção dada por Deus; porque "DEUS É AMOR"! Nós , no nosso egoísmo e hipocrisia é que tendemos a esquecer isso!
Quem me dera ter a tua fé.
Afixado por: Diaba Ólica em março 9, 2004 11:00 PMQuem me dera acreditar. A haver Deus que Ele signifique Amor. Em nome de Deus ou dos Deuses (há que respeitar os diversos e diferentes credos, credo!) cometem-se muitos atropelos. E são normalmente as vítimas votadas ao esquecimento as que mais importância dão aos pequenos gestos. E são os descrentes da vida que normalmente se refugiam numa fé de rebanho... e assim se enganam e enganam adeus!
Afixado por: Anjo Élico em março 9, 2004 11:21 PMEu acredito e confio Nele. Às vezes custa, mas sinto que Ele está lá.
Afixado por: ParaPitdaPat em março 10, 2004 12:34 AMNão consigo imaginar Deus como uma divindade, mas sim um Todo do qual nós somos um pedacito (que heresia!) e no qual temos uma Função (individual e colectiva).
Acredito que a melhor maneira de cumprirmos a nossa tarefa é AMANDO, mas sinto também que as nossas fraquezas fazem parte da nossa vivência, só que devem ser encaradas e interpretadas como sinais, como aprendizagem.
É partindo deste pressuposto que entendo que Ele se fez homem, tal como se fez flor, dia ou noite…
Uma perspectiva panteísta? Amar Tudo, todos sem excepção! Amar principalmente os nossos inimigos...porque amar os nossos amigos é fácil!
Mas amar os nossos inimigos ou os nossos adversários é tarefa dura, árdua, complexa ...que exigiria de nós um pouco mais de perfeição. Consciente das minhas limitações e de que poderia fazer melhor em relação a Ele e à Sua vontade...fico numa de pedir perdão! E peço com sinceridade, com verdadeiro arrependimento de não ser melhor, de não usar melhor as "faculdades" que Ele me concedeu.