ANSIOLÍTICOS
Os tranquilizantes menores são utilizados para controlar a ansiedade e a tensão e ajudar a dormir. As benzodiazepinas são as mais usualmente receitadas e incluem o Valium, o Librium, o Rohypnol, o Lorenin e o Lexotan. Por serem menos perigosas, as benzodiazepinas vieram substituir os barbitúricos, sendo utilizadas para os mesmos fins médicos. São tomados oralmente e normalmente não são injectados.
EFEITOS DA EXPERIMENTAÇÃO
Os efeitos observáveis podem ser a euforia, calma, ”clareza” de ideias, relaxação muscular e finalmente sonolência. Os tranquilizantes prejudicam a condução automóvel e outras actividades que requeiram o mesmo tipo de capacidades. Tal como o álcool, podem gerar agressividade, pois diminuem as defesas psicológicas. Qualquer benzodiazepina, em grandes doses, pode provocar o sono. Os seus efeitos duram normalmente até 8 horas. Para potencializar os efeitos da droga, ela é tomada com álcool.
ABUSO E DEPENDÊNCIA
Estudos recentes sugerem que os efeitos de abstinência podem surgir mesmo só com dosagens terapêuticas. Podem ser desagradáveis e prolongados. Incluem insónia, ansiedade e náusea, verigens, palpitações. Em doses invulgarmente altas podem ocorrer convulsões e confusão mental. A dependência física é possível, a psicológica é bastante comum entre os consumidores dependentes e é muito difícil de ultrapassar.
DIFUSÃO
Os ansiolíticos são substâncias amplamente receitadas para fins médicos. A sua venda é legal, embora exista quem as comercialize clandestinamente. As benzodiazepinas são substâncias mais consumidas em termos de auto-medicação. O público em geral tem uma fraca informação sobre os efeitos secundários deste tipo de produto.
Retirado daqui:
http://artigos.xfera.biz/droga/tipos.php